Reage coração,
Pára de almejar o impossível,
Sufoca teus desejos
Teus anseios e paixões.
Vives como o mar revolto
Cujas ondas se desfazem na areia
E voltam ao se leito.
Retorna coração.
Retorna ao passado já distante
De calmaria e alegria.
Não te deixes alienar da vida,
Segue sempre em frente,
Aceita o que a vida te dá
Não sejas exigente.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Liberdade de amar
O sonho que me move
Faz-me ter esperança do que não vejo.
Desconheço meu dia a dia.
Quando a manhã brilha
Com todo o seu esplendor,
Meus medos e meus dós são destruídos.
Embalo o amor que acontece,
O amor prometido
O amor não esquecido.
Ao longe naquela praia
Onde meu sonho enterrei,
Busquei a liberdade
De amar e ser amada.
O vento duro que açoita
Meu rosto silencioso e triste,
Lembra o tempo de incerteza
Do meu longo caminho.
Os gestos que escondo
Para ninguém ver,
São como as sombras da rua deserta.
Meus olhos se fecham,
Minha boca se cala,
Meus braços caídos
Sem teu corpo para abraçar.
Faz-me ter esperança do que não vejo.
Desconheço meu dia a dia.
Quando a manhã brilha
Com todo o seu esplendor,
Meus medos e meus dós são destruídos.
Embalo o amor que acontece,
O amor prometido
O amor não esquecido.
Ao longe naquela praia
Onde meu sonho enterrei,
Busquei a liberdade
De amar e ser amada.
O vento duro que açoita
Meu rosto silencioso e triste,
Lembra o tempo de incerteza
Do meu longo caminho.
Os gestos que escondo
Para ninguém ver,
São como as sombras da rua deserta.
Meus olhos se fecham,
Minha boca se cala,
Meus braços caídos
Sem teu corpo para abraçar.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
O sonho que restou
Nas águas profundas do Oceano
Enterrados foram os sonhos,
Os sonhos de uma vida
Que no tempo anda perdida.
Não adianta correr.
Andar devagarinho
Para encontrar o bom caminho
E o sonho alcançar.
Aguenta-te coração,
Esquece a solidão
Que melhores dias virão,
Quem o promete não mente
Tem isto sempre presente.
Hoje sinto frio,
O frio que vem do rio
E não me deixa adormecer.
Na escuridão que me envolve
Vejo o que nunca tive.
Os sonhos do passado
Fizeram nascer no coração
A mais bela ilusão.
Voando vou pelo tempo
Atropelando meus sonhos,
Sonhos loucos
Que apenas o coração entende
E transforma na suave razão de seguir em frente,
E se não me apressar
Não conseguirei realizar
O único sonho que restou.
Enterrados foram os sonhos,
Os sonhos de uma vida
Que no tempo anda perdida.
Não adianta correr.
Andar devagarinho
Para encontrar o bom caminho
E o sonho alcançar.
Aguenta-te coração,
Esquece a solidão
Que melhores dias virão,
Quem o promete não mente
Tem isto sempre presente.
Hoje sinto frio,
O frio que vem do rio
E não me deixa adormecer.
Na escuridão que me envolve
Vejo o que nunca tive.
Os sonhos do passado
Fizeram nascer no coração
A mais bela ilusão.
Voando vou pelo tempo
Atropelando meus sonhos,
Sonhos loucos
Que apenas o coração entende
E transforma na suave razão de seguir em frente,
E se não me apressar
Não conseguirei realizar
O único sonho que restou.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O meu silêncio
Pousa tua mão sobre minha cabeça,
Deixa-me ter algum alento.
Palavras e gestos
Refrigeram minha alma.
A irrealidade deste tempo
É o silêncio que sinto.
Não pises meu silêncio...
O tempo segue seu caminho,
E como a seca flor do arminho
Assim eu estou secando.
Algures,nem eu sei dizer,
Meu coração perdi.
Outra vida,
Outra realidade
Que tudo o vento levou.
A cada dia que desponta,
A cada nascida do sol,
A ave que canta ao longe
Faz descer em mim medos e esperança.
Tenho da vida minha visão.
Os dias são como barcos à deriva
Em águas revoltas e profundas.
Meus sentidos se confundem,
Meus sentimentos se baralham,
E eu vejo-me ir por um atalho
Sem saber para que lado
Meus passos hei-de guiar.
Deixa-me ter algum alento.
Palavras e gestos
Refrigeram minha alma.
A irrealidade deste tempo
É o silêncio que sinto.
Não pises meu silêncio...
O tempo segue seu caminho,
E como a seca flor do arminho
Assim eu estou secando.
Algures,nem eu sei dizer,
Meu coração perdi.
Outra vida,
Outra realidade
Que tudo o vento levou.
A cada dia que desponta,
A cada nascida do sol,
A ave que canta ao longe
Faz descer em mim medos e esperança.
Tenho da vida minha visão.
Os dias são como barcos à deriva
Em águas revoltas e profundas.
Meus sentidos se confundem,
Meus sentimentos se baralham,
E eu vejo-me ir por um atalho
Sem saber para que lado
Meus passos hei-de guiar.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Voz do sonho
Fui rocha no passado,
Fui tronco de árvore florida,
Fui abrigo contra o vento.
Hoje,sou aquilo que sou.
A onda do tempo
Me conduz pela mão.
Sou mais uma sombra
Que o sol descobre.
Ouço a voz do sonho,
A voz da minha infância,
É a voz da lembrança
Que me embala e encanta.
A criança que fui
Deixei-a bem escondida.
Hoje,sou mulher
Que sonha e deseja.
Assisto à passagem da vida
Sorrindo e fingindo que a entendo,
Esta vida é uma mentira,
E aos poucos a vou perdendo.
Fui tronco de árvore florida,
Fui abrigo contra o vento.
Hoje,sou aquilo que sou.
A onda do tempo
Me conduz pela mão.
Sou mais uma sombra
Que o sol descobre.
Ouço a voz do sonho,
A voz da minha infância,
É a voz da lembrança
Que me embala e encanta.
A criança que fui
Deixei-a bem escondida.
Hoje,sou mulher
Que sonha e deseja.
Assisto à passagem da vida
Sorrindo e fingindo que a entendo,
Esta vida é uma mentira,
E aos poucos a vou perdendo.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Ave fugitiva
O caminho da vida é íngreme
Cheio de traições e desenganos.
Esta velha angústia que me acompanha
Desfez o sonho que lindo era.
As emoções transbordam do meu coração.
Acordo do meu sonho
Alheia a tudo que me rodeia.
Minha vida,
É como uma montanha
Fustigada pelo vento invernoso,
Cai chuva,cai neve,
E eu perco-me no medo da opressão que me inunda.
A vida é um aprendizado
Que custa a similar.
Sinto a dureza da aragem
Entrando pela porta entreaberta,
Ao longe se avizinha
A dura tempestade.
A longa noite que espreita,
Servirá de disfarce e fingimento
Para a excessiva saudade que sinto.
Este é o tempo que resta,
Pudesse eu voltá-lo atrás
E sentir o cheiro da terra molhada,
Ver o céu azul e o campo verde.
Pudesse eu atravessar aqueles caminhos
Qual ave fugitiva.
Cheio de traições e desenganos.
Esta velha angústia que me acompanha
Desfez o sonho que lindo era.
As emoções transbordam do meu coração.
Acordo do meu sonho
Alheia a tudo que me rodeia.
Minha vida,
É como uma montanha
Fustigada pelo vento invernoso,
Cai chuva,cai neve,
E eu perco-me no medo da opressão que me inunda.
A vida é um aprendizado
Que custa a similar.
Sinto a dureza da aragem
Entrando pela porta entreaberta,
Ao longe se avizinha
A dura tempestade.
A longa noite que espreita,
Servirá de disfarce e fingimento
Para a excessiva saudade que sinto.
Este é o tempo que resta,
Pudesse eu voltá-lo atrás
E sentir o cheiro da terra molhada,
Ver o céu azul e o campo verde.
Pudesse eu atravessar aqueles caminhos
Qual ave fugitiva.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Mundo em confusão
Pergunto ao trevo que desfolho
como vai este mundo.
Pergunto ao pássaro que voa
se é verdade o que se diz.
Pergunto ao meu coração
o porquê de tanta ingratidão.
Vejo passar em silêncio
de olhos postos no chão,
um jovem curvado
como quem perde perdão.
Perdão por ter nascido
neste mundo em confusão.
Seu sonho deu lugar à desilusão
As nuvens sombrias
que pairam sobre este mundo,
são como fardos pesados
de uma vida fatigante.
Vencida pelo cansaço
da mentira desmedida.
Da hipocrisia sentida
Dos governos em acção,
Por favor.....
como vai este mundo.
Pergunto ao pássaro que voa
se é verdade o que se diz.
Pergunto ao meu coração
o porquê de tanta ingratidão.
Vejo passar em silêncio
de olhos postos no chão,
um jovem curvado
como quem perde perdão.
Perdão por ter nascido
neste mundo em confusão.
Seu sonho deu lugar à desilusão
As nuvens sombrias
que pairam sobre este mundo,
são como fardos pesados
de uma vida fatigante.
Vencida pelo cansaço
da mentira desmedida.
Da hipocrisia sentida
Dos governos em acção,
Por favor.....
Que não me vença o cansaço
e me leve à escuridão.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Saudade na ausência
Quanta tristeza há na despedida,
Quanta saudade na ausência.
Quem parte leva saudade,
Quem fica não esquece.
Olhos marejados pela tristeza,
Um abraço que falta dar.
É tanta a mágoa
Que a separação produz.
Calei a ansiedade do coração,
Tentei esquecer a vida de ingratidão.
É entardecer,
A noite se avizinha.
Sigo a corrente do tempo.
Muitas luas brilharão,
Muitos sóis despontarão.
A vida segue em frente,
A lembrança será frequente.
As lágrimas cairão.
Embora ausente,
Estarás sempre em meu coração.
Quanta saudade na ausência.
Quem parte leva saudade,
Quem fica não esquece.
Olhos marejados pela tristeza,
Um abraço que falta dar.
É tanta a mágoa
Que a separação produz.
Calei a ansiedade do coração,
Tentei esquecer a vida de ingratidão.
É entardecer,
A noite se avizinha.
Sigo a corrente do tempo.
Muitas luas brilharão,
Muitos sóis despontarão.
A vida segue em frente,
A lembrança será frequente.
As lágrimas cairão.
Embora ausente,
Estarás sempre em meu coração.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Frutos da esperança
À sombra da minha memória
Jazem as lembranças do passado.
A luz da esperança
O tempo não apagou.
Que ninguém me entenda
A mim pouco importa.
Minha vida,
È minha verdade.
A cada nascida do sol
A alegria rejuvenesce.
Em meu coração
Uma estranheza e encanto.
Está feliz o pobre coitado,
E embora um pouco cansado
Não pára de sonhar.
O brilho que me ilumina
È vê-los florir para a vida,
Lembram-me as árvores plantadas
À beira de um manancial.
Seus frutos em crescimento
São os frutos da esperança,
Que fazem de mim uma criança.
Jazem as lembranças do passado.
A luz da esperança
O tempo não apagou.
Que ninguém me entenda
A mim pouco importa.
Minha vida,
È minha verdade.
A cada nascida do sol
A alegria rejuvenesce.
Em meu coração
Uma estranheza e encanto.
Está feliz o pobre coitado,
E embora um pouco cansado
Não pára de sonhar.
O brilho que me ilumina
È vê-los florir para a vida,
Lembram-me as árvores plantadas
À beira de um manancial.
Seus frutos em crescimento
São os frutos da esperança,
Que fazem de mim uma criança.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Ilusão dos sonhos
No tempo não esperado
O sol voltará a brilhar.
O acordar será feliz,
E irei perceber
O quanto é bom viver.
Nos cruzamentos da vida
Passos vão sendo dados.
Fecho os olhos.
Perco-me na ilusão dos sonhos.
As gotas de água que do céu caiem
São as lágrimas que derramo,
Ao verem-me sorrir
Nem sonham o que estou a sentir.
Foste uma bela flor
Que do meu canteiro brotou,
O brilho ameno de teu olhar
Envolve meu sonho.
Aperto-te contra o peito
Para sentir teu calor.
Foi apenas um sonho.
Um sonho acordado.
O sol voltará a brilhar.
O acordar será feliz,
E irei perceber
O quanto é bom viver.
Nos cruzamentos da vida
Passos vão sendo dados.
Fecho os olhos.
Perco-me na ilusão dos sonhos.
As gotas de água que do céu caiem
São as lágrimas que derramo,
Ao verem-me sorrir
Nem sonham o que estou a sentir.
Foste uma bela flor
Que do meu canteiro brotou,
O brilho ameno de teu olhar
Envolve meu sonho.
Aperto-te contra o peito
Para sentir teu calor.
Foi apenas um sonho.
Um sonho acordado.
quinta-feira, 10 de março de 2011
Mãe
Mãe é aquela
Que na barriga o filho carrega,
É aquela que o ama sem o ver,
Que sofre e chora
Quando não o sente mexer.
Mãe é aquela
Que se preocupa e educa
Para o filho um bom adulto ser.
Para a mãe,
O filho é uma bênção divina,
É aquele que a anima
E ensina a viver.
Enquanto o filho cresce
A ansiedade floresce.
Por toda a sua vida,
No caminho da rectidão
Onde não há frustração
O seu filho quer ver.
O filho é amado
E para sempre guardado
No mais fundo do seu ser.
A mãe sonha em silêncio
Seu filho proteger.
Que na barriga o filho carrega,
É aquela que o ama sem o ver,
Que sofre e chora
Quando não o sente mexer.
Mãe é aquela
Que se preocupa e educa
Para o filho um bom adulto ser.
Para a mãe,
O filho é uma bênção divina,
É aquele que a anima
E ensina a viver.
Enquanto o filho cresce
A ansiedade floresce.
Por toda a sua vida,
No caminho da rectidão
Onde não há frustração
O seu filho quer ver.
O filho é amado
E para sempre guardado
No mais fundo do seu ser.
A mãe sonha em silêncio
Seu filho proteger.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O meu livro
No livro da vida
As folhas se vão desfolhando.
Folhas amarelecidas pelo tempo.
Cada folha um segredo.
Cada folha um silêncio.
Nas folhas do meu livro
Leio satisfação e desilusão,
Satisfação por aquilo que fui,
E desilusão pelo que gostava de ter sido.
São sentimentos confusos
Que pairam no meu coração.
Gostaria de contar as folhas
Que ainda me faltam ler,
Serão muitas?
Serão poucas?
Isso não o sei dizer.
Uma coisa eu sei...
Enquanto eu viver
Meu livro continuarei a ler.
As folhas se vão desfolhando.
Folhas amarelecidas pelo tempo.
Cada folha um segredo.
Cada folha um silêncio.
Nas folhas do meu livro
Leio satisfação e desilusão,
Satisfação por aquilo que fui,
E desilusão pelo que gostava de ter sido.
São sentimentos confusos
Que pairam no meu coração.
Gostaria de contar as folhas
Que ainda me faltam ler,
Serão muitas?
Serão poucas?
Isso não o sei dizer.
Uma coisa eu sei...
Enquanto eu viver
Meu livro continuarei a ler.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Sonhos de infância
O tempo voa sem parar
Foge-nos debaixo dos pés.
Olhando o correr solitário do rio
Meus pensamentos para ti vão.
Silêncio é minha companhia.
Que solidão vai em meu coração.
Os sonhos de infância,
Foram caíndo no tempo
Como caem as pétalas de uma rosa.
Eu aprendi,
Que a vida não é um mar de rosas.
No final de tarde luminoso,
As árvores suavemente empurradas pelo vento,
Como empurrada ando eu pelo tempo.
Os sentimentos que se confundem
Nas longas noites de Verão,
São como águas infinitas
Do mar azul e profundo.
Mistura de emoções.
Palavras não esquecidas.
Olhar profundo,
Razões escondidas.
Sonhos desfeitos.
Foge-nos debaixo dos pés.
Olhando o correr solitário do rio
Meus pensamentos para ti vão.
Silêncio é minha companhia.
Que solidão vai em meu coração.
Os sonhos de infância,
Foram caíndo no tempo
Como caem as pétalas de uma rosa.
Eu aprendi,
Que a vida não é um mar de rosas.
No final de tarde luminoso,
As árvores suavemente empurradas pelo vento,
Como empurrada ando eu pelo tempo.
Os sentimentos que se confundem
Nas longas noites de Verão,
São como águas infinitas
Do mar azul e profundo.
Mistura de emoções.
Palavras não esquecidas.
Olhar profundo,
Razões escondidas.
Sonhos desfeitos.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Montanha da vida
Que o nosso amanhecer
Seja como a rosa a florir.
Rosa que simboliza o amor,
O amor profundo e sentido.
O amor são gestos
São palavras,
São esperança para a vida,
Simples gesto enamorado
Docemente ficará guardado.
A montanha da vida
Eu e tu vamos subindo.
Já se adivinha o cansaço,
E nós naquele abraço
Vemos o tempo fugir.
O tempo levou os sonhos
E a ânsia de viver.
Seja como a rosa a florir.
Rosa que simboliza o amor,
O amor profundo e sentido.
O amor são gestos
São palavras,
São esperança para a vida,
Simples gesto enamorado
Docemente ficará guardado.
A montanha da vida
Eu e tu vamos subindo.
Já se adivinha o cansaço,
E nós naquele abraço
Vemos o tempo fugir.
O tempo levou os sonhos
E a ânsia de viver.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Amor perdido
Hoje era o teu dia,
Nasceste,
Foste rodeado de muito amor.
No curto tempo da tua vida
Muitas foram as alegrias.
Meu pequenino amor,
Cedo partiste
Da tua vida em flor.
Revivo o passado,
Teu perfume me envolve.
Teu lindo cabelo louro
Brilhante como a seda,
Olhar vivo e penetrante
Que em mim está presente.
Que tristeza avassaladora
Me assalta o coração.
Hoje vivo de saudade
Pequenino amor perdido.
Nasceste,
Foste rodeado de muito amor.
No curto tempo da tua vida
Muitas foram as alegrias.
Meu pequenino amor,
Cedo partiste
Da tua vida em flor.
Revivo o passado,
Teu perfume me envolve.
Teu lindo cabelo louro
Brilhante como a seda,
Olhar vivo e penetrante
Que em mim está presente.
Que tristeza avassaladora
Me assalta o coração.
Hoje vivo de saudade
Pequenino amor perdido.
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