segunda-feira, 11 de abril de 2011

Frutos da esperança

À sombra da minha memória
Jazem as lembranças do passado.
A luz da esperança
O tempo não apagou.
Que ninguém me entenda
A mim pouco importa.
Minha vida,
È minha verdade.

A cada nascida do sol
A alegria rejuvenesce.
Em meu coração
Uma estranheza e encanto.
Está feliz o pobre coitado,
E embora um pouco cansado
Não pára de sonhar.

O brilho que me ilumina
È vê-los florir para a vida,
Lembram-me as árvores plantadas
À beira de um manancial.
Seus frutos em crescimento
São os frutos da esperança,
Que fazem de mim uma criança.

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