segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sonhos de infância

O tempo voa sem parar
Foge-nos debaixo dos pés.
Olhando o correr solitário do rio
Meus pensamentos para ti vão.
Silêncio é minha companhia.
Que solidão vai em meu coração.

Os sonhos de infância,
Foram  caíndo no tempo
Como caem as pétalas de uma rosa.
Eu aprendi,
Que a vida não é um mar de rosas.

No final de tarde luminoso,
As árvores suavemente empurradas pelo vento,
Como empurrada ando eu pelo tempo.
Os sentimentos que se confundem
Nas longas noites de Verão,
São como águas infinitas
Do mar azul e profundo.

Mistura de emoções.
Palavras não esquecidas.
Olhar profundo,
Razões escondidas.
Sonhos desfeitos.

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