domingo, 12 de dezembro de 2010

Noite

A noite envolve-me com seus braços
Entoando melodias
De agonia e desencanto.
A noite inunda-me em abraços
De inimizade e hipócrisia.

Óh!noite maligna,
Porque me deixas
Perdida nesta solidão.
Porque me abandonas
E me deixas ferida
Em tal escuridão.

Óh! noite cruel
Que tens o amargo do fel.
Noite hipócrita,
Sem piedade,
Tiraste-me a liberdade.

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