quinta-feira, 11 de março de 2010

Lágrimas escondidas

Olhos perdidos num mar sem regresso
És a imagem do silêncio
De um navegar sem destino.
Mar,
Monstro adormecido
De belo cenário panorâmico.

Num silêncio contemplador
Recorda o céu africano.
À sombra da mulembeira centenária
O batuque se ouvia.

Paraíso de infância perdida,
Mar de lágrimas escondidas.
Dor devastadora
Que traz à mente memórias
Memórias de uma vida.

São fantasmas do passado,
De futuro perdido.
Perdido para sempre.

2 comentários:

  1. Tanta saudade e tanta lágrima escondida, precisas de abrir uma janela de ar fresco com uma pincelada mais colorida.Continua que nós ficamos à espera de mais, pois aconteceu poesia.

    Carlos e Gina

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  2. ola avozinha, estes poemas estao mesmo bonitos



    diogo

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