O velhinho
A tempestade aproxima-se,
com ela a destruição e o caos.
Na sua varanda
o velhinho permanece calmo
esperando o que parecia ser certo.
A tempestade passou
e com ela a fúria e o ódio,
e o velhinho calmo
olhando o Céu com seus olhos cansados
diz:
Para quê temer a morte
se jamais eu fui vivo.
(Kaito)
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