Quanta tristeza há na despedida,
Quanta saudade na ausência.
Quem parte leva saudade,
Quem fica não esquece.
Olhos marejados pela tristeza,
Um abraço que falta dar.
É tanta a mágoa
Que a separação produz.
Calei a ansiedade do coração,
Tentei esquecer a vida de ingratidão.
É entardecer,
A noite se avizinha.
Sigo a corrente do tempo.
Muitas luas brilharão,
Muitos sóis despontarão.
A vida segue em frente,
A lembrança será frequente.
As lágrimas cairão.
Embora ausente,
Estarás sempre em meu coração.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Frutos da esperança
À sombra da minha memória
Jazem as lembranças do passado.
A luz da esperança
O tempo não apagou.
Que ninguém me entenda
A mim pouco importa.
Minha vida,
È minha verdade.
A cada nascida do sol
A alegria rejuvenesce.
Em meu coração
Uma estranheza e encanto.
Está feliz o pobre coitado,
E embora um pouco cansado
Não pára de sonhar.
O brilho que me ilumina
È vê-los florir para a vida,
Lembram-me as árvores plantadas
À beira de um manancial.
Seus frutos em crescimento
São os frutos da esperança,
Que fazem de mim uma criança.
Jazem as lembranças do passado.
A luz da esperança
O tempo não apagou.
Que ninguém me entenda
A mim pouco importa.
Minha vida,
È minha verdade.
A cada nascida do sol
A alegria rejuvenesce.
Em meu coração
Uma estranheza e encanto.
Está feliz o pobre coitado,
E embora um pouco cansado
Não pára de sonhar.
O brilho que me ilumina
È vê-los florir para a vida,
Lembram-me as árvores plantadas
À beira de um manancial.
Seus frutos em crescimento
São os frutos da esperança,
Que fazem de mim uma criança.
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