segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Sonhos de infância

O tempo voa sem parar
Foge-nos debaixo dos pés.
Olhando o correr solitário do rio
Meus pensamentos para ti vão.
Silêncio é minha companhia.
Que solidão vai em meu coração.

Os sonhos de infância,
Foram  caíndo no tempo
Como caem as pétalas de uma rosa.
Eu aprendi,
Que a vida não é um mar de rosas.

No final de tarde luminoso,
As árvores suavemente empurradas pelo vento,
Como empurrada ando eu pelo tempo.
Os sentimentos que se confundem
Nas longas noites de Verão,
São como águas infinitas
Do mar azul e profundo.

Mistura de emoções.
Palavras não esquecidas.
Olhar profundo,
Razões escondidas.
Sonhos desfeitos.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Montanha da vida

Que o nosso amanhecer
Seja como a rosa a florir.
Rosa que simboliza o amor,
O amor profundo e sentido.

O amor são gestos
São palavras,
São esperança para a vida,
Simples gesto enamorado
Docemente ficará guardado.

A montanha da vida
Eu e tu vamos subindo.
Já se adivinha o cansaço,
E nós naquele abraço
Vemos o tempo fugir.
O tempo levou os sonhos
E a ânsia de viver.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Amor perdido

Hoje era o teu dia,
Nasceste,
Foste rodeado de muito amor.
No curto tempo da tua vida
Muitas foram as alegrias.
Meu pequenino amor,
Cedo partiste
Da tua vida em flor.

Revivo o passado,
Teu perfume me envolve.
Teu lindo cabelo louro
Brilhante como a seda,
Olhar vivo e penetrante
Que em mim está presente.

Que tristeza avassaladora
Me assalta o coração.
Hoje vivo de saudade
Pequenino amor perdido.