A idade me acompanha
Nas minhas desventuras.
Cada dia,coisas novas.
Sonhos que ficaram por desvendar
Tocados pelo vento tardio.
A vida que não vivi
Pouso nela minha esperança.
Será sonho ou ansiedade?
Será mentira ou verdade?
Quero voltar ao meu mundo
Sem a sombra negra a pairar.
As lágrimas que choro
Do meu coração brotam,
São saudades do passado.
Meu tormento,
Meu lamento,
Meu queixume bem sentido.
Olhar cansado
De tanto procurar.
Eterna ausência
Que guardo no peito.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Luz do Sol
Mundo ingrato.
O que fizeste do menino
que embora sem eira nem beira
feliz ele vivia.
Flutuava no suspenso
cantando em plena guerra
como se de um sonho se tratasse.
Ao longe, se adiantava a desgraça.
A igualdade apregoada
de falsa imagem se traduzia.
Era uma verdade fingida
na sua fantasia.
Disperso naquela terra
ouvindo soar os canhões,
aquela terra, aquele chão
que outrora lhe pertencera
era-lhe agora desconhecida.
Criança frágil,
difícil é tua luta.
Corajosamente
segues sempre em frente,
e quando o Sol desponta,
olhando para a sua luz
fazes a ti a promessa…
Um dia….
Vou ser gente grande.
O que fizeste do menino
que embora sem eira nem beira
feliz ele vivia.
Flutuava no suspenso
cantando em plena guerra
como se de um sonho se tratasse.
Ao longe, se adiantava a desgraça.
A igualdade apregoada
de falsa imagem se traduzia.
Era uma verdade fingida
na sua fantasia.
Disperso naquela terra
ouvindo soar os canhões,
aquela terra, aquele chão
que outrora lhe pertencera
era-lhe agora desconhecida.
Criança frágil,
difícil é tua luta.
Corajosamente
segues sempre em frente,
e quando o Sol desponta,
olhando para a sua luz
fazes a ti a promessa…
Um dia….
Vou ser gente grande.
sábado, 20 de novembro de 2010
Outono
É Outono
As árvores se estão despindo,
Suas folhas amarelecidas
Vão atapetando o chão.
As cores do jardim
Se vão desvanecendo.
Amarelecido pelo tempo
Sem a cor e brilho de outrora,
Curvado pelos anos,
Também meu corpo se vai desvanecendo.
Desvalido se sente.
Ingente por vezes é o sofrimento.
Resta a esperança,
O amanhã será melhor.
As folhas não mais cairão,
O jardim manterá sua cor,
E este corpo voltará a ter brilho,
O brilho de outrora.
As árvores se estão despindo,
Suas folhas amarelecidas
Vão atapetando o chão.
As cores do jardim
Se vão desvanecendo.
Amarelecido pelo tempo
Sem a cor e brilho de outrora,
Curvado pelos anos,
Também meu corpo se vai desvanecendo.
Desvalido se sente.
Ingente por vezes é o sofrimento.
Resta a esperança,
O amanhã será melhor.
As folhas não mais cairão,
O jardim manterá sua cor,
E este corpo voltará a ter brilho,
O brilho de outrora.
Subscrever:
Comentários (Atom)