As coisas inúteis e fúteis
Deste velho mundo
Levam-me a um despertar penoso.
Olho o céu enevoado e sombrio.
Que estranha tonalidade.
Observo as árvores despidas
Estremecendo ao vento.
A luta vai ser árdua
Até reencontrar o ritmo.
De repente....
Um som melodioso chega até mim.
É o som da tua voz
Que bem fundo me acalenta,
Dando-me nova esperança,
Esperança aos poucos perdida
Do regresso à terra amada.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Canhões na cidade
Com sua presença ameaçadora,
Os canhões atravessavam a rua
Da bela cidade a florir.
Gente daquela cidade,
Num vaivém desenfreado
Tendo pouco cuidado
Do que estava para vir.
Derrotados foram todos
Quando tiveram que partir.
Calados foram seus dias
Sonhando não perder.
A derrota fez deles vencedores.
Sonharam e concretizaram
Que seriam uns senhores.
Senhores de si mesmo.
Dos seus sonhos e anseios.
Decididos a não perder
A capacidade de sonhar.
Das sombras do passado
Libertos não estão.
Esperam a hora final.
Aí sim...
Derrotados todos serão,
E não mais sonharão
Com os canhõers na cidade.
Os canhões atravessavam a rua
Da bela cidade a florir.
Gente daquela cidade,
Num vaivém desenfreado
Tendo pouco cuidado
Do que estava para vir.
Derrotados foram todos
Quando tiveram que partir.
Calados foram seus dias
Sonhando não perder.
A derrota fez deles vencedores.
Sonharam e concretizaram
Que seriam uns senhores.
Senhores de si mesmo.
Dos seus sonhos e anseios.
Decididos a não perder
A capacidade de sonhar.
Das sombras do passado
Libertos não estão.
Esperam a hora final.
Aí sim...
Derrotados todos serão,
E não mais sonharão
Com os canhõers na cidade.
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